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Produto

Onze peças, um harness

Leia como um manual: o que cada comando faz, o que prova, e onde não há vizinho que faça igual.

/arch-doctor

Setup verificável em um comando

Schema, jar do hook, hooks registrados, regras de fronteira e proveniência, conferidos antes de gerar qualquer coisa. Os hooks saem com 0 quando não conseguem verificar algo; o doctor transforma esse verde silencioso numa linha com nome.

/init-project

Gerado pelo Initializr, com o harness dentro

O projeto base vem do start.spring.io na hora, nunca da memória do modelo, e o CI falha se uma versão aparece escrita como fato. O projeto leva o próprio .claude/ e não precisa mais deste repositório.

Guia →

/new-feature

Spec com uma dona por camada

use-case-design → domain-modeling → rest-api-architect ou graphql-api-architect → segurança, HTTP de saída, IA, busca, mensageria e jobs quando cabem → persistence-architect → cache quando cabe → test-architect. Pergunta só o que muda o desenho.

SÓ AQUI spec aprovado congelado por hook

/new-feature-implement

Executor restrito, em grupos

Depois do /clear, o spec aprovado vai para o agente executor. No UC-005: domain 2m29s · adapters 14m22s · tests 17m29s · compose 4m05s · publish 3m55s.

/audit-usage

Cada run medido, a custo zero de token

Um relatório por invocação de skill ou agente: tokens faturáveis e modelo por peça, árvore de chamadas com duração, arquivos tocados, ferramentas que falharam, HEAD antes e depois. Prompts saem ocultos.

SÓ AQUI trilha determinística por run

/arch-adopt

Atualizar sem perder edição à mão

Instala o harness num projeto que nasceu fora daqui, ou atualiza um atrasado. Recusa worktree sujo, carimba o hash de cada arquivo que escreve e imprime as notas de migração sem executá-las.

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SÓ AQUI edição local detectada por hash

// bank-app/.claude/.arch-provenance.json
{ "ref": "v0.40.0", "commit": "e5ed817",
  "files": { … 322 hashes } }
/platform-upgrade

Um caminho para cima, para quem está abaixo do piso

O /arch-adopt recusa um projeto no Spring Boot abaixo de 4.0. O /platform-upgrade leva o build até a linha que o Initializr serve hoje: uma receita OpenRewrite escrita a partir de dados, depois uma passada guiada até o build ficar verde. Os testes rodam antes e depois, e ele nunca faz commit.

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skills × 7 classes

Território de escrita por classe

design, orchestrator, build, observer, report, ops, meta. A classe diz onde a skill pode escrever; o guard recusa o resto, negando por padrão.

SÓ AQUI território como dado

design        docs/use-cases/UC-*/**
orchestrator  docs/use-cases/** · lessons-learned
build         por skill: compose, .claude/**
observer      nada
report        docs/lessons-learned/**
ops           nada
meta          .claude/** · CLAUDE.md
agents × 4 classes

Agentes com escopo por regra, não por boa vontade

driver, executor, installer, verifier. Um subagente é julgado pela própria classe, seja qual for a fase que quem o chamou deixou aberta.

driver     project-initializer
executor   java-spring-boot-developer
installer  archunit · commons-logging · mapstruct · compose-service
verifier   issue-verifier
guard · check

Recusado antes de o arquivo mudar

Por Write e Edit, pelas escritas de shell que ele consegue ler (>, tee, sed -i, sh -c) e de novo no Stop, contra o que o git viu mudar no turno.

✗ import jakarta.persistence.Entity  (domain/)
✗ Edit docs/use-cases/UC-001-…/UC-001-spec.md
✗ sed -i 's/18/16/' UC-001-spec.md
✗ git push --force origin main
exit 2
e mais

O resto do harness

docker-architect para a infraestrutura decidida no desenho, sonar-lessons → report-issue para fechar o ciclo em público, AGENTS.md em todo projeto, ArchHook.java com onze modos e sem shell, e um CI que valida o próprio harness.